Quem não divide, não soma
Dividir e somar envolve humildade e amor. É muito comum quando não estamos bem não pedirmos ajuda. Dá uma sensação de fracasso, nos sentirmos diminuídos. Fere nossa vaidade, não é mesmo?
Já pensou ter que admitir que não estamos dando conta sozinhos de alguma situação? Imagina se eu vou pedir ajuda quando eu precisar? Pois é, eu vou.
Orgulho é como o veneno da cobra, dependendo da dose cura, dependendo da dose mata, mas a dosagem pode nos levar a lugares nunca antes vistos.
Receber ajuda é ajudar o outro
De acordo com Carl Gustav Jung, criador da psicologia analítica que é a abordagem dos meus atendimentos, quanto mais verbalizamos um assunto potente em nosso consciente, menos força ele tem.
Ao despotencializar a energia daquele tema ele começa a ficar mais fraco até não ocupar mais nossa energia psíquica.
Eu sei que parece um pouco complicado, mas vou falar de forma simples e fácil: quando eu divido um problema parece que ele diminui a força, o coração acalma, as batidas vão ficando menos aceleradas, a respiração também e a sensação é que eu tirei um peso imenso das minhas costas.
Para alguns pode parecer fraqueza, eu sei, mas isto é tudo coisa da nossa cabeça. Quando o outro nos ajuda a gente está ajudando o outro também, sabia? Pois, quando nos sentimos útil acabamos nos sentindo mais felizes.
Basta começar
É a tal corrente do bem. Então, se você tem um problema e divide com o outro o outro vai se sentir feliz em poder te ajudar, mesmo que a ajuda seja te ouvir.
É claro que existem pessoas que gostam de você e te querem bem. E elas vão querer te ouvir, tentarão te dar bons conselhos, porém, farão isso com um envolvimento emocional.
Desabafar com um amigo ou amiga pode ajudar, mas não seria melhor você falar o que está te machucando há tempos para alguém que vai te ouvir sem julgamentos e irá te auxiliar no seu caminho de autoconhecimento?
É só clicar aqui.






